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Trabalhos feitos durante o ano letivo

por Mäyjo, em 08.07.15

Já viste os trabalhos que fizeste durante este ano?

Não?

Então acede aqui: 

http://cadernosdegeografia.blogs.sapo.pt/

 

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publicado às 16:13

Normas APA 2015

por Mäyjo, em 11.03.15

Porque dá sempre jeito saber um pouco mais e estar atualizado sobre estas questões... aqui fica:

manualnormasAPA

Para os estudantes, docentes e investigadores das universidades disponibilizam-se os seguintes recursos, à maneira de um guia prático de uso:

1. Formato geral para a apresentação de trabalhos com Normas APA  2.  Referência para livros  3. Referência para artigos científicos  4. Referência para artigos de revistas

5.  Referência para periódicos  6. Referência para  teses ou outros trabalhos de graduação  7. Referência para páginas web  8. Citações  9. Tabelas e imagens  10. Formatos e abreviações  11. Títulos

Para mais informações, podem consultar a página das Normas APA a nível internacional, na seguinte ligação: http://www.apastyle.org/manual/

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publicado às 18:51

Como fazer um trabalho de projeto

por Mäyjo, em 01.03.15

ORGANIZAÇÃO DE UM PROJETO 

1.png

1. Escolher o tema/problema.

2. Decidir o que gostaria de saber sobre ele (os objetivos do trabalho).

3. Recolher dados/investigar.

4. Organizar a informação e registá-la.

5. Definir o modo de apresentação do seu trabalho.

6. Escrever um relatório, não esquecendo:

               • A INTRODUÇÃO - os objetivos do projeto;

                                               - a sua importância;

                                               - as fontes de informação;

                                              - o faseamento (o desenvolvimento do projeto).

               • O PROJECTO - a informação recolhida;

                                           - os resultados da investigação.

               • A CONCLUSÃO - as principais descobertas feitas;

                                               - eventuais sugestões para alteração do estado de coisas.

7. Apresentar o relatório escrito e os materiais da forma mais interessante possível.

8. Participar na avaliação do seu projecto e colaborar na avaliação dos trabalhos realizados pelos colegas.

 

Parâmetros a ter em conta na avaliação de um trabalho:

• Tema - Se está bem desenvolvido;

             - Se trata aspetos essenciais;

             - Se está escrito de forma clara (ideias organizadas, frases bem construídas e sem erros ortográficos).

• Apresentação - Letra/caligrafia legível, sem folhas riscadas ou cheio de emendas.

• Criatividade - Revelar alguma originalidade.

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publicado às 03:40

A utilização da força motriz dos animais

por Mäyjo, em 12.11.14

Antes de se inventar o motor de explosão era a força motriz dos animais que era utilizada.

11.png

Embora hoje em dia os animais já sejam pouco uitlizados como força motriz, nos países desenvolvidos, em algumas regiões poderes do nosso países ainda podemos encontar imagens como esta:12.png

 

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publicado às 13:46

Britânico paga €180 por nova casa feita com resíduos

por Mäyjo, em 16.03.14

Britânico paga €180 por nova casa feita com resíduos (com FOTOS)

 

Dizem que a imaginação não tem limites, mas se a esta juntarmos uma recessão económica e fragilidade financeira chegamos altos níveis de criatividade. Que o diga Michael Buck, um agricultor que construiu uma casa com apenas €180 (R$ 555), utilizando materiais encontrados em contentores de resíduos.

Segundo a imprensa britânica, Michael utilizou técnicas de construção milenares para desenvolver a sua casa de adobe, no campo de Oxfordshire. O antigo professor de arte, de 59 anos, levou a sua inovação imobiliária ao topo quando negociou com a sua inqulina a renda da casa: ela é paga em leite, uma vez que a inquilina trabalha numa quinta local.

A casa utilizou apenas terra, argila e palha, tendo Buck juntado o pavimento usado de um vizinho e o para-brisas de uma velha carrinha para as janelas. Entre outros resíduos.

Segundo o agricultor, o projecto tenta desafiar o conceito de que temos de passar uma vida inteira a pagar pela nossa casa. E, apesar de ser professor de arte, Michael é auto-didacta na arte da construção de casas.

A casa não tem luz eléctrica mas aproveita uma fonte próxima para suprimir algumas das suas necessidades básicas. Há uma cozinha, uma cama e uma sala de jantar, assim como aquecimento através de um forno a lenha. As paredes são “surpreendentemente” isoladoras, segundo Buck.

O empreendedor passou dois anos a recolher materiais para a construção deste verdadeiro bunker, e nem se saiu mal, como pode ver nas fotos que publicamos aqui.

 

Veja também como as casas de terra voltaram a estar na moda, em Portugal.

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publicado às 23:29

Agência Portuguesa do Ambiente

por Mäyjo, em 28.02.14

Home

 

 

A Agência Portuguesa do Ambiente tem um site que poderás consultar sempre queiras informação sobre o ambiente.

 

Clica AQUI

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publicado às 00:19

Alterações climáticas em Portugal

por Mäyjo, em 26.02.14

Na RTP, com entrevista a Francisco Ferreira, da Quercus: "O clima na Península Ibérica pode ficar cada vez mais seco e mais quente até ao final do século. A súbida do nível do mar poderá mesmo custar a Portugal 14 por cento do PIB. Estas são algumas das consequências das alterações climáticas anunciadas pelos cientistas."

 

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publicado às 17:40

A história da água engarrafada

por Mäyjo, em 25.02.14

Pra quem é muito jovem pra se lembrar, a garrafinha d´água é uma invenção relativamente recente.

Antigamente, se alguém dissesse que queria vender água engarrafada, provavelmente achavamos uma ideia maluca, tipo vender areia na praia. Isso até eles a indústria ter criado um plano para nos fazer acreditar que precisavamos disso.

 

 

Para ver e pensar...

 

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publicado às 18:57

São Paulo: prédios com mais de três andares podem ser obrigados a instalar telhados verdes

por Mäyjo, em 24.02.14

São Paulo: prédios com mais de três andares podem ser obrigados a instalar telhados verdes

No dia 21 de Novembro de 2013, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de São Paulo, no Brasil, promoveu uma audiência pública para discutir um projecto que obriga os condomínios comerciais e residenciais com mais de três andares e instalar telhados verdes nas suas coberturas.

 

Segundo Marina Santanna, que pediu a audiência, o objectivo é “reduzir os efeitos do aquecimento global nos centros urbanos, a formação de microclimas que ajudem a dissipar o calor nos edifícios e a diminuição dos efeitos das precipitações pluviométricas, entre outras vantagens para o ambiente urbano”.

 

Entre as entidades convidadas para a audiência, destaque para associações ligadas à arquitectura e habitação, instituições bancárias, tecnologias verdes e resíduos.

 

“É sabido que um dos problemas ambientais dos grandes centros urbanos são as ilhas de calor, que ocorrem com o aumento da temperatura ambiente causado pela excessiva concentração de áreas edificadas e a carência de áreas verdes”, afirmou a deputada.

 

“Esta iniciativa vai contribuir com o controlo da temperatura, com o aumento a extensão das áreas verdes e da biodiversidade nos espaços urbanos e consequentemente com a qualidade de vidas das pessoas”, acrescentou Marina Santanna.

 

Segundo a justificativa da proposta entre os vários benefícios da adopção do “telhado verde” destacam-se a manutenção da humidade relativa do ar constante em torno da edificação, a formação de microclima e microssistema, com a presença de várias espécies de plantas e animais, o aumento na quantidade de verde nos centros urbanos e ainda a contribuição no combate ao efeito estufa, mediante o sequestro de carbono na atmosfera. Já as condições e os prazos para a implantação do “telhado verde” serão estabelecidos pelos poderes executivos estaduais.

Ainda segundo o projecto, apenas serão admitidos como “telhado verde” as coberturas de vegetação composta, basicamente, pela impermeabilização, protecção contra raízes, drenagem, filtragem, substrato e vegetação.

 

Foto:  Instituto Cidade Jardim / Creative Commons


Fonte: Green Savers

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publicado às 17:02

Alterações Climáticas: Portugal surpreende e é o 3º país com melhor desempenho entre os 58 mais industrializados

por Mäyjo, em 23.02.14

Alterações Climáticas: Portugal surpreende e é o 3º país com melhor desempenho entre os 58 mais industrializados

 

Portugal ficou classificado em 6º lugar (num ranking onde os 3 primeiros não foram atribuídos) em termos de melhor desempenho relativamente às políticas na área das alterações climáticas. Esta é uma classificação que compara o desempenho de 58 países que, no total, são responsáveis por mais de 90% das emissões de dióxido de carbono associadas à energia.

Na prática, Portugal é o terceiro melhor país, na medida em que, tal como ano passado, os três primeiros lugares estão vazios, por se considerar não haver por agora nenhum país merecedor do pódio no que respeita à protecção do clima. O objecivo do índice é aumentar a pressão política e social, nomeadamente nos países que têm esquecido o trabalho nacional no que respeita às alterações climáticas.

Já no ano passado, Portugal tinha obtido o terceiro lugar do índice. Porém, uma revisão recente dos dados pela Agência Internacional de Energia fez com que, nos resultados do ano anterior, Portugal ocupasse efectivamente na quarta posição.

A metodologia revista é centrada principalmente em indicadores objectivos: 80% da avaliação é baseada em indicadores de emissões (30% função dos valores de emissões e 30% função da evolução recente das emissões), eficiência (5% relacionado com nível de eficiência energética e 5% com a evolução recente), e ainda o recurso a energias renováveis (8% em função da evolução recente e 2% função do peso do total de energia primária de fontes renováveis).

Os restantes 20% baseiam-se na avaliação de mais de 250 peritos dos países analisados, tendo a ONG portuguesa Quercus intervindo neste critério. O CCPI2014 foca-se particularmente na questão da política nas áreas das energias renováveis e eficiência energética, por se considerar que estas são as principais vias para a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e considera também as emissões associadas à desflorestação.

Tal como no ano passado, há, na opinião dos peritos, uma insatisfação generalizada em relação às medidas tomadas por cada país para assegurarem, à escala global, um aumento de temperatura inferior a 2ºC, em relação à era pré-industrial.

Portugal consegue o melhor resultado de sempre

Neste nono ano do CCPI, Portugal consegue o melhor lugar de sempre, subindo uma posição, pela redução no uso de combustíveis fósseis, fomentada pelo contexto de crise, e pelos resultados da política energética, devido principalmente ao investimento nos últimos anos em energias renováveis.

Portugal obtém neste índice de 2013 a classificação geral de “bom”, não havendo nenhum país com “muito bom”. Nos critérios ‘nível de emissões’, ‘evolução de emissões’ e ‘energias renováveis’ o resultado foi “moderado”; nos critérios ‘evolução da eficiência’ e ‘política climática’, o resultado foi “bom”. Pela consistência de valores nos vários critérios e por comparação com os outros países, o resultado final foi considerado “bom”, permitindo a Portugal um lugar no pódio.

 

Na crise, Portugal e Grécia com dois caminhos diferentes

Os países europeus mais afectados pela crise económica têm, no entanto, um comportamento diversificado em termos de política energética e climática. Portugal é um exemplo de como lidar com a crise económica, obtendo resultado das políticas climáticas e reduzindo a dependência de recursos, lucrando com investimentos, feitos em governos anteriores, em áreas chave, como as energias renováveis – ainda que alguns destes investimentos comprometam a biodiversidade e a integridade de áreas classificadas e relevantes para a conservação da natureza.

Sob os efeitos da crise e do controlo económico da troika, a Grécia abandonou todas as políticas climáticas. A Irlanda, por sua vez, também piorou três lugares neste índice.

 

Países marcantes no índice

Se, por um lado, o índice é calculado com base em dados que mostram termos atingido um pico de emissões, nota-se que o crescimento das mesmas é feito apenas à custa da China (80% da responsabilidade nos últimos 10 anos), e não do resto do mundo, cuja tendência é da estabilização. A China, com a implementação de políticas energéticas mais sustentáveis, poderá assim vir a fazer toda a diferença. Existe porém a ameaça de novas fontes de emissão de dióxido de carbono, como a exploração do gás de xisto, em particular nos Estados Unidos da América.

Os melhores lugares foram para três países europeus – a Dinamarca, o Reino Unido e Portugal (considerado uma surpresa), à frente ainda da Suécia (7ª). A Alemanha saiu do “top ten”, ocupando agora o 19º lugar, muito penalizada pela atitude que tem tomado em decisões de política climática à escala europeia, na área do comércio de emissões e da melhoria de eficiência dos automóveis. Os piores países são o Canadá, Irão, Cazaquistão e Arábia Saudita.

A Dinamarca apresentou o melhor desempenho pela sua recente tendência de redução das emissões e por uma política climática considerada excepcionalmente positiva. Na União Europeia, a Holanda sobe 18 posições graças às políticas do novo governo, a Polónia é a penúltima (45º lugar), e no fundo da tabela está a Grécia, com o pior desempenho (47º lugar).

O desempenho da China melhorou oito lugares (de 54º para o 46º lugar) e mostra sinais positivos pois, apesar do aumento de emissões, está a conseguir separá-lo do crescimento do PIB, tendo grandes investimentos em energias renováveis e estando a limitar o uso do carvão, sobretudo por causa dos enormes problemas com a qualidade do ar. A Índia volta a recuar seis lugares, dada a forte tendência de aumento das suas emissões. Os Estados Unidos da América mantêm o 43º lugar, à custa da crise económica e também da redução do uso de carvão.


O relatório será disponibilizado em inglês pela Quercus através do bloguehttp://varsovia.blogs.sapo.pt  e no sítio www.quercus.pt.

 

Foto: Hom26 / Creative Commons

 

in: Green savers

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publicado às 17:00


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

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